Pesquisar este blog
Mostrando postagens com marcador Bill Hicks. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bill Hicks. Mostrar todas as postagens
3 de novembro de 2014
22 de junho de 2014
20 de abril de 2014
16 de dezembro de 2013
Hoje o mestre comediante Bill Hicks estaria completando 52 anos de idade, se o câncer não o tivesse pego em 1994, mas não há problema, afinal é só um passeio...
(e pra quem não entendeu a referência):
Numa singela homenagem uma das primeiras apresentações do humorista, de 1988, como sempre ácido e perspicaz. Showzaço!
3 de setembro de 2013
O comercial definitivo
Bill Hicks (de novo) explica como serão os comerciais no futuro (e como a humanidade como um todo toma más decisões).
O cara é melhor que o Nostradamus!
O cara é melhor que o Nostradamus!
27 de junho de 2013
Você é livre pra fazer o que lhe dizemos
Bill Hicks (de novo), senhoras e senhores!
Mas o final do discurso parece cada vez mais atual (conspirações para o assassinato de JFK a parte).
"Você é livre para fazer o que lhe dizemos".
Mas o final do discurso parece cada vez mais atual (conspirações para o assassinato de JFK a parte).
"Você é livre para fazer o que lhe dizemos".
31 de março de 2013
Rodada bônus: Bill Hicks de novo
Dois shows completos de um dos melhores comediantes que esse mundo já conheceu.
Relentless (de 1991)
Revelations (de 1993)
De nada.
(mas se depois disso você ainda achar que comediante bom é daquela trupe com terno, gravata e óculos escuros, me desculpe... Você não tem mais salvação)
Relentless (de 1991)
Revelations (de 1993)
(mas se depois disso você ainda achar que comediante bom é daquela trupe com terno, gravata e óculos escuros, me desculpe... Você não tem mais salvação)
A vida é só um passeio
Bill Hicks poderia muito bem ser um pastor desses de igrejas evangélicas que infestasm os canais (a cabo e não) de nossas televisões, com discursos vazios e a única e furtiva intenção de atacar nossas carteiras.
Mas não.
Ele foi um homem que com a noticia de um câncer em estado terminal saiu em turnê pelos Estados Unidos para descrever sua visão racional, áspera e feroz sobre o mundo ("Nós somos bactérias com sapatos").
(Tradução livre)
Vocês foram fantásticos, e espero que tenham se divertido.
Existe um motivo... Há um motivo para tudo isso?
Vamos encontrar um motivo para isso... Há um motivo para minha apresentação...? Eu gostaria de dizer que sim. -- risadas -- Eu preciso dizer que sim.
O mundo é como um passeio em um parque de diversões.
E quando você escolhe andar nele, pensa que é real porque isso é o que há de poderoso em nossas mentes. E o passeio sobe e desce e dá voltas. Tem emoções e frios na barriga e é bem brilhante e colorido, barulhento e divertido, por um tempo. Algumas pessoas estão no passeio por um bom tempo e começam a se perguntar "Isso é de verdade ou só um passeio?" E outras pessoas se lembram, e nos olham e dizem "Ei, não se preocupe, não tenha medo, nunca, porque é só um passeio". E nós matamos essas pessoas.
-- risadas --
"Calem-no! Nós temos muito investido nesse passeio! Calem-no! Olhem para minhas rugas de preocupação... Olhe para minha conta bancária, e minha família. Isso tem que ser verdadeiro".
É só um passeio.
Mas nós sempre terminamos matando aquelas boas pessoas que tentam nos falar isso, já notaram? E deixamos os malditos tomarem controle. Mas isso não importa porque...? É só um passeio.
Podemos mudar isso a qualquer momento que queiramos.
Só precisamos escolher.
Não precisa de esforço, emprego, economias ou dinheiro... Uma escolha, agora mesmo, entre medo e amor.
Aos olhos do medo você deve comprar travas para a porta, armas e se isolar.
Aos olhos do amor por outro lado você enxerga todos nós como uma única pessoa.
Veja o que nós podemos fazer para que mundo seja um lugar melhor, um passeio melhor... Pegue todo o dinheiro gasto com armas e com (o departamento de) defesa todo ano e passemos a gastar dando roupas, comida e educação aos pobres do mundo - o que nós poderíamos ter feito diversas vezes sem a exclusão de um único ser humano - sobrando recursos para explorar o espaço.
Juntos.
Tanto interior quanto exterior.
Para sempre.
E em paz.
Mas não.
Ele foi um homem que com a noticia de um câncer em estado terminal saiu em turnê pelos Estados Unidos para descrever sua visão racional, áspera e feroz sobre o mundo ("Nós somos bactérias com sapatos").
Vocês foram fantásticos, e espero que tenham se divertido.
Existe um motivo... Há um motivo para tudo isso?
Vamos encontrar um motivo para isso... Há um motivo para minha apresentação...? Eu gostaria de dizer que sim. -- risadas -- Eu preciso dizer que sim.
O mundo é como um passeio em um parque de diversões.
E quando você escolhe andar nele, pensa que é real porque isso é o que há de poderoso em nossas mentes. E o passeio sobe e desce e dá voltas. Tem emoções e frios na barriga e é bem brilhante e colorido, barulhento e divertido, por um tempo. Algumas pessoas estão no passeio por um bom tempo e começam a se perguntar "Isso é de verdade ou só um passeio?" E outras pessoas se lembram, e nos olham e dizem "Ei, não se preocupe, não tenha medo, nunca, porque é só um passeio". E nós matamos essas pessoas.
-- risadas --
"Calem-no! Nós temos muito investido nesse passeio! Calem-no! Olhem para minhas rugas de preocupação... Olhe para minha conta bancária, e minha família. Isso tem que ser verdadeiro".
É só um passeio.
Mas nós sempre terminamos matando aquelas boas pessoas que tentam nos falar isso, já notaram? E deixamos os malditos tomarem controle. Mas isso não importa porque...? É só um passeio.
Podemos mudar isso a qualquer momento que queiramos.
Só precisamos escolher.
Não precisa de esforço, emprego, economias ou dinheiro... Uma escolha, agora mesmo, entre medo e amor.
Aos olhos do medo você deve comprar travas para a porta, armas e se isolar.
Aos olhos do amor por outro lado você enxerga todos nós como uma única pessoa.
Veja o que nós podemos fazer para que mundo seja um lugar melhor, um passeio melhor... Pegue todo o dinheiro gasto com armas e com (o departamento de) defesa todo ano e passemos a gastar dando roupas, comida e educação aos pobres do mundo - o que nós poderíamos ter feito diversas vezes sem a exclusão de um único ser humano - sobrando recursos para explorar o espaço.
Juntos.
Tanto interior quanto exterior.
Para sempre.
E em paz.
Assinar:
Postagens (Atom)


